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Google Chrome corrige 26 falhas, 2 criticas em WebGL e abas no desktop

Vulnerabilidade

Google Chrome corrige 26 falhas no desktop

Atualização 152 chega a Windows, Mac e Linux com correções críticas em WebGL e grupos de abas.

Google Chrome corrige 26 falhas, 2 criticas em WebGL e abas no desktop

Resumo rapido

O Google Chrome recebeu atualização no canal estável para desktop em 1º de setembro de 2026. As versões são 152.0.7977.75/.76 para Windows e Mac e 152.0.7977.75 para Linux. São 26 correções de segurança no total, duas delas classificadas como críticas pelo Google.

Neste artigo voce vai aprender:

  • Quais versões do Google Chrome foram anunciadas.
  • Quais falhas críticas aparecem no comunicado.
  • Por que detalhes técnicos podem ficar restritos temporariamente.
  • Como usuários e empresas devem priorizar a atualização.
  • Um checklist simples para reduzir exposição.

Duas falhas críticas e 26 correções em um só update

O canal estável do Google Chrome para desktop foi atualizado. Pelo comunicado, a nova versão chega de forma gradual a Windows, Mac e Linux ao longo dos próximos dias e semanas, o que significa que nem todo computador recebe o pacote no mesmo dia.

O peso da atualização está na segurança: são 26 correções. Duas delas foram classificadas como críticas. A CVE-2026-84353 trata de uso após liberação de memória em Shared Tab Groups, e a CVE-2026-84352 descreve o mesmo tipo de problema em WebGL. Ambas foram reportadas pelo próprio Google.

Quais componentes do navegador foram corrigidos

A lista divulgada cobre partes bem diferentes do Google Chrome. Na prática, foram ajustados o mecanismo de abas compartilhadas, os recursos gráficos, o acesso a arquivos, a barra de endereços, a camada de proxy e o motor JavaScript.

Além das duas críticas, o comunicado registra vulnerabilidades de severidade alta: autorização incorreta em FileSystem, vazamento de informação em Skia, validação inadequada de entrada em Omnibox e DataTransfer, uso após liberação em Proxy, Browser e Dawn, recurso não inicializado em V8 e estouro de buffer em GPU. Parte dos relatos veio de pesquisadores externos, como Jihyeon Jeong, do Compsec Lab da Seoul National University, e Cassio Lima.

Sinais de que sua empresa está exposta

O Google não afirma que essas falhas estejam sendo exploradas em ataques reais. Ainda assim, alguns cenários merecem atenção imediata:

  • Computadores ainda usando uma versão anterior à 152.0.7977.75 no Linux.
  • Windows ou Mac que ainda não receberam a versão 152.0.7977.75/.76.
  • Ambientes em que usuários dependem muito de recursos gráficos, abas, downloads e acesso a arquivos pelo navegador.
  • Falta de controle centralizado para confirmar se todos os dispositivos foram atualizados.

Outro ponto do comunicado: detalhes e links de cada bug podem seguir restritos até que a maioria dos usuários esteja com a correção aplicada. A restrição também vale quando a falha está em biblioteca de terceiros ainda não corrigida por outros projetos.

Como priorizar a atualização no parque

A medida mais direta é garantir que o Google Chrome seja atualizado assim que a versão aparecer no dispositivo. Como a liberação é escalonada, esperar passivamente pelo rollout deixa parte das máquinas descoberta por dias.

Para empresas, o caminho é tratar o navegador como ativo crítico. É por ele que se acessa sistema interno, serviço em nuvem, e-mail e plataforma de cliente. Quando a correção demora, o risco se concentra justamente nas estações com mais privilégio e mais tráfego.

  • Verifique a versão instalada nos computadores corporativos.
  • Priorize máquinas de usuários com alto volume de navegação e acesso a sistemas sensíveis.
  • Registre a atualização como parte do controle de vulnerabilidades.

Checklist pratico

  1. Confirmar se Windows e Mac chegaram à versão 152.0.7977.75/.76 do Google Chrome.
  2. Confirmar se Linux chegou à versão 152.0.7977.75 do Google Chrome.
  3. Mapear computadores que ainda não receberam o update por causa da liberação gradual.
  4. Orientar usuários a reiniciar o Google Chrome após a atualização, quando solicitado.
  5. Registrar a correção das CVEs críticas e altas no processo interno de segurança.

Perguntas frequentes

Essa atualização vale para quais sistemas?

O comunicado cita Windows, Mac e Linux. Para Windows e Mac, a versão informada é 152.0.7977.75/.76. Para Linux, é 152.0.7977.75.

Quantas falhas foram corrigidas no Google Chrome?

São 26 correções de segurança. A parte pública da lista destaca vulnerabilidades críticas e altas em componentes como WebGL, Shared Tab Groups, FileSystem, Skia, Omnibox, V8 e GPU.

Por que nem todos os detalhes das falhas aparecem?

O Google mantém detalhes e links restritos até que a maioria dos usuários esteja protegida. A prática reduz a chance de alguém transformar a informação técnica em exploração antes que a correção alcance mais gente.

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Fontes:

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