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Anatel propoe superintendencia ciber em consulta ate 13 de dezembro

Anatel propoe superintendencia ciber em consulta ate 13 de dezembro
Cibersegurança

Anatel propõe nova área ciber; acompanhe

Consulta pública discute estrutura para resiliência, riscos e incidentes nas telecomunicações.

Anatel propoe superintendencia ciber em consulta ate 13 de dezembro

Resumo rapido

A Anatel abriu a Consulta Pública nº 49 para revisar seu Regimento Interno e criar uma Superintendência de Infraestrutura Crítica e Segurança Cibernética. A área cuidaria da continuidade das redes, da gestão de riscos e da resposta a incidentes no setor de telecomunicações. As contribuições vão até 13 de dezembro de 2026, mas a criação da unidade depende de previsão orçamentária.

Neste artigo voce vai aprender:

  • O que a Anatel colocou em consulta pública.
  • Quais seriam as funções da nova superintendência.
  • Como a proposta afeta prestadoras de telecomunicações.
  • Quais pontos merecem atenção de empresas e gestores.
  • Como se preparar com ações práticas de segurança.

A Anatel quer uma área só para infraestrutura crítica

A Anatel pretende alterar seu Regimento Interno para abrir uma área dedicada a infraestrutura crítica e segurança cibernética. A leitura prática é direta: mais peso institucional para a continuidade das redes de telecomunicações e para a prevenção de falhas, ameaças e incidentes digitais que atingem serviços essenciais.

A Consulta Pública nº 49 foi aberta em 29 de outubro de 2026 e recebe contribuições até 13 de dezembro de 2026 pelo Participa Anatel. O processo é relatado pelo conselheiro Octavio Penna Pieranti e revisa o regimento aprovado pela Resolução nº 791/2026.

Duas gerências, dois focos distintos

A proposta desenha a Superintendência de Infraestrutura Crítica e Segurança Cibernética com duas gerências. A de Infraestrutura Crítica e Resiliência acompanharia ativos essenciais de telecomunicações, estudaria riscos e proporia medidas para reduzir ameaças à continuidade das redes e dos serviços.

A de Segurança Cibernética ficaria com riscos, ameaças, vulnerabilidades e incidentes, além da verificação de obrigações de segurança pelas prestadoras. A unidade também poderia solicitar inspeções, propor medidas preventivas ou reparatórias e conduzir apurações diante de possível descumprimento.

Por que isso interessa a quem está fora do setor

A mudança é interna da Anatel, mas respinga em qualquer empresa que dependa de telecomunicações para funcionar. Alguns sinais de que a sua organização deveria acompanhar a consulta de perto:

  • operações que dependem de conectividade contínua para funcionar;
  • contratos com prestadoras que exigem disponibilidade, resposta a incidentes ou planos de contingência;
  • ambientes que podem ser impactados por emergência, desastre ou calamidade pública;
  • necessidade de demonstrar governança sobre riscos cibernéticos e continuidade operacional.

O que fazer enquanto a consulta está aberta

Empresas do setor de telecomunicações têm uma janela para avaliar a minuta e enviar contribuições dentro do prazo. Para quem apenas consome serviços críticos, o momento serve de gatilho para revisar dependências, contratos e planos internos antes que a cobrança regulatória aperte.

  • Mapeie quais serviços dependem diretamente de telecomunicações.
  • Revise planos de continuidade para falhas de rede, emergência ou indisponibilidade prolongada.
  • Verifique se há processo claro para registrar, escalar e responder a incidentes cibernéticos.
  • Organize evidências de controles de segurança, especialmente se sua empresa presta serviço regulado ou crítico.

Checklist prático

  1. Acompanhe a Consulta Pública nº 49 no Participa Anatel até 13 de dezembro de 2026.
  2. Liste redes, sistemas e fornecedores de telecomunicações essenciais para a operação.
  3. Atualize planos de continuidade, resposta a incidentes e comunicação em crise.

Perguntas frequentes

A nova superintendência já está criada?

Não. A proposta segue em consulta pública e, segundo a Anatel, a criação também depende de previsão orçamentária.

Quem pode contribuir com a consulta?

As contribuições devem ser enviadas pelo Participa Anatel até 13 de dezembro de 2026.

Qual é o impacto para empresas fora do setor de telecom?

Mesmo fora do setor, quem depende de conectividade precisa revisar continuidade, fornecedores e resposta a incidentes. As telecomunicações sustentam operações críticas, e a indisponibilidade cobra o preço de qualquer negócio.

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Fontes:
https://convergenciadigital.com.br/seguranca/anatel-quer-superintendencia-de-infraestrutura-critica-e-seguranca-cibernetica/

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